Mickey Mouse em “domínio público”: o que isso realmente significa para empresas

2026-03-16T17:47:59-03:0024/03/2026 |

A entrada de Steamboat Willie (1928) em domínio público nos EUA, em 1º de janeiro de 2024, não significa “liberação total” do Mickey para uso comercial. Mesmo quando o copyright expira, a Disney mantém direitos marcários (trademark) sobre nomes e imagens associadas ao personagem, e isso pode limitar usos que gerem confusão de origem. Além disso, o regime de domínio público pode variar por país: o que está em leia mais

Golpes envolvendo registro de marca: como empresas estão sendo enganadas

2026-03-16T17:41:48-03:0020/03/2026 |

Com o aumento de pedidos de marca, crescem fraudes com boletos e comunicações falsas “em nome do INPI”. A regra central é simples: o INPI alerta que não tem ligação com esses serviços e orienta usuários a desconfiar de cobranças e publicações sem valor legal. A prevenção envolve conferir o canal oficial, validar dados do processo e emitir guias apenas pelo portal do INPI. Como o golpe costuma aparecer leia mais

Termos pré-aprovados ou livre descrição? A decisão que define a força da sua marca

2026-03-16T17:42:28-03:0018/03/2026 |

A especificação de produtos e serviços é parte decisiva do pedido de marca: ela delimita o que você protege. Usar termos pré-aprovados (do catálogo do INPI) pode reduzir riscos formais e acelerar o fluxo, mas pode limitar a estratégia se o negócio for muito específico. Já a livre descrição permite adequar ao modelo de negócio, porém exige redação técnica para evitar exigências e restrições indevidas. O que é a leia mais

O futuro do INPI em 2026: inteligência artificial e novo padrão de exigência

2026-03-16T18:17:08-03:0016/03/2026 |

Em 2026, o INPI formalizou metas de desempenho e anunciou iniciativas com soluções baseadas em inteligência artificial para agilizar exames e revisar qualidade. O efeito prático para empresas é um “padrão técnico” mais alto: pedidos genéricos, especificação mal definida e sinais fracos tendem a sofrer exigências, oposição ou indeferimento. Quem prepara o depósito com estratégia (anterioridade, classes, provas e monitoramento) reduz retrabalho e aumenta previsibilidade. O que mudou no leia mais

Nulidade da marca Charlie Brown Jr: o que o caso ensina sobre direitos autorais e registro

2026-03-16T17:42:05-03:0016/03/2026 |

O caso envolvendo a marca “Charlie Brown Jr.” ilustra como o registro de marca pode colidir com direitos autorais e sinais de terceiros, especialmente quando o sinal reproduz título de obra ou nome de personagem amplamente reconhecido. Na prática, o risco não está apenas no depósito: oposição e nulidade administrativa podem retirar efeitos do registro e gerar insegurança contratual. A lição é simples: antes de protocolar, valide anterioridade marcária leia mais

Recordes do INPI em 2025: o novo cenário competitivo das marcas no Brasil

2026-03-16T10:58:50-03:0009/03/2026 |

Em 2025, o volume de pedidos e concessões em propriedade industrial manteve ritmo elevado no INPI, reforçando um ambiente mais competitivo. Quanto mais depósitos, maior a probabilidade de conflito por semelhança e maior a necessidade de busca de anterioridade, especificação bem redigida e monitoramento. Empresas que tratam marca como ativo desde o início reduzem risco de oposição, nulidade e perda de canais digitais. O que os recordes sinalizam O leia mais

Trâmite prioritário de marcas no Brasil: guia completo e estratégico para 2026

2026-03-16T10:59:40-03:0006/03/2026 |

O trâmite prioritário é um serviço do INPI que acelera o processamento de pedidos de marca em hipóteses específicas (por exemplo, idade, doença grave, inovação e situações com interesse público). A priorização não dispensa requisitos legais: ela apenas reorganiza a fila e tende a antecipar etapas após os prazos de oposição. Em 2026, o INPI atualizou regras e critérios por portaria, reforçando a necessidade de enquadramento e prova documental. leia mais

Crescimento das disputas por ausência de registro no INPI

2026-02-10T12:46:24-03:0027/02/2026 |

O crescimento das disputas por ausência de registro de marca no INPI tornou-se um dos fenômenos mais relevantes — e preocupantes — do ambiente empresarial brasileiro nos últimos anos. Com a intensificação da economia digital e a profissionalização dos mecanismos de proteção de marcas, operar sem registro deixou de ser apenas um risco jurídico abstrato para se tornar uma ameaça concreta à continuidade dos negócios. A falsa sensação de leia mais

Puma x empresa brasileira – Proteção de elementos visuais isolados

2026-02-10T12:43:17-03:0024/02/2026 |

O caso Puma x empresa brasileira consolidou-se como um precedente relevante sobre a proteção de elementos visuais isolados no Direito Marcário brasileiro, ao reconhecer que a infração pode ocorrer mesmo sem a reprodução do nome da marca. A decisão reforçou que símbolos, ícones, silhuetas e signos gráficos podem, por si sós, identificar a origem empresarial e, quando indevidamente imitados, caracterizam violação marcária e concorrência desleal. O conflito e o leia mais

Arte Rock Café x Hard Rock Café – Confusão conceitual e condenação

2026-02-10T12:39:12-03:0020/02/2026 |

O caso Arte Rock Café x Hard Rock Café tornou-se um importante precedente no Direito Marcário brasileiro ao esclarecer os limites da originalidade empresarial e os critérios utilizados pelos tribunais para caracterizar confusão ou associação indevida entre marcas. A controvérsia foi analisada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que manteve a condenação imposta ao estabelecimento brasileiro em razão da violação aos direitos marcários do Hard Rock Café. leia mais